Ficar doente, mais precisamente com uma virose matadora, só mostra o quanto a gente é frágil. Ok, isso não é nenhuma novidade, mas o que é cada vez mais novo e decisivo pra mim é que é só uma virose, e que junto com ela talvez venham crises de gastrite, cansaço, fraqueza e tudo mais relacionado ao corpo. O que eu tentarei não permitir mais é que tantas viroses que eu ainda terei que enfrentar na minha vida se transformem em catástrofes surreais.
Tô sentindo um bololô no estômago, mas não é nada além disso. Não será. E aqueles quadros feios eu não quero mais pintar.
Uma das maiores lições do budismo é "faça o que for possível, tenha paciência e espere passar".
Mas junto com essas crises, vieram também algumas decisões inadiáveis:
- terminar algo que realmente precisa terminar;
- recomeçar algo diluído que eu quero que se solidifique;
- mudar hábitos não saudáveis;
- dedicar-me aos pensamentos que me fazem bem;
- amar.
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