Com um beijo terno você me acordaria lá pelas 11h00 da manhã. Antes do café você pegaria o jornal, iria direto para a página sobre política e já me entregava a página dos quadrinhos. Depois de uma rápida leitura, tomaríamos um café reforçado para a deliciosa marotona do dia. Sairíamos para a primeira sessão de cinema do Unibanco e depois andaríamos pela Paulista comentando sobre as cores do filme que assistimos. Iríamos à casa da minha mãe pra pegar o presente que a Maria mandou pra gente de Londres, aquele móbile lindo de madeira que ela fez... A tapioca da minha mãe estaria divina e o nosso jantar, a essa altura, já estaria garantido. Depois de brincarmos com os meus sobrinhos, a gente voltaria pra casa, já que alguns amigos passariam lá pra tomarmos um vinho e jogarmos conversa fora. Após rirmos, dançarmos e falarmos besteira, os queridos vão saindo aos poucos... Aí ficaríamos sozinhos de novo e finalmente os corpos se encontrariam no momento fugaz da Unidade...
A minha imaginação está mais "fértil" do que nunca...
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